Não quero dormir dormir todas as noites
Com a sua lembrança na janela do meu quarto
Nem quero pensar em viver,
Todos os dias sem a sua risada chata
No corredor do meu apartamento
A sua calça jeans ainda está no cesto
Quem sabe quando você voltar me ajude a lavar.
Os teus retratos, continuam pendurados na sala de estar
Talvez se um dia você voltar, eu lhe devolva todos os beijos
que le roubei.
Se é certo ou errado, eu prefiro encontrar a razão
um motivo que me ensine a viver e caminhar sem tropeçar
Nas suas asas caídas.
A partida é o início de um nova jornada
Mas sei como foi dificíl quando você disse adeus
Uma borboleta jamais deixará de voar
Mas se eu lhe cortar as asas, poderá você voltar?
As suas meias sujas continuam jogadas no assoalho rachado
A geladeira permanece vazia
Mas sei o que meus olhos vão querer quando te encontrar
Vermelhos de tanto te esperar, vão se despedir do dia
E viver no escuro das noites em que sem você tentei viver.
Tô relendo minhα lidα, minhα αlmα, meus αmores Tô revendo minhα vidα, minha lutα, meus valores Refαzendo minhas forçαs, minhαs fontes, meus fαvores Tô regαndo minhαs folhαs, minhαs faces, minhas flores Tô limpαndo minhα cαsα, minhα cαmα, meu quαrtinho Tô soprαndo minhα brαsα, minha brisα, meu αnjinho Tô bebendo minhαs culpαs, meu veneno, meu vinho Escrevendo minhαs cαrtαs, meu começo, meu caminho Estou podαndo meu jαrdim Estou cuidαndo bem de mim VαnderLee
Festa dos Solteiros
Hoje, dia dos Namorados que bonitinho! O Capitalismo concerteza adora essa época né, já que tem um onte de babacas, gastando uma grana, para dar presente para seus/suas namorados(as), que mal sabem que ambos são cornos!
E para nós privilegiados pela encalhadiçe ( uouu) por opção, que tal curtir uma festinha?
Anotem ai e não percam !
SALINAS - SABÁDO 12 DE JUNHO
NOSSA POESIA - pagode
SEM RUMO - pagode e micareta
NOS INTERVALOS: Electro, black, sertanejo e funk
Com nome na lista: MULHER VIP
HOMEM 15 OU 25 CONS.
End: Rua quatá, 460 - Vila Olimpia - São Paulo - SP
Obs. Aniversariante do mês + 1 acompanhante vip
Informações e lista para: salinas.sabado@iceeventos.com.br
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sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Reflexão
..."Sinto sua respiração, ofegante e angustiada.
As tuas mãos tentam aquecer mu corpo do frio,
Mas ele parece relutar contra o calor
Ainda sinto o sangue gelado das minhas veias circularem
Apesar da dor constante de cada pensamento
Consigo permanecer consciente.
Seu coração bate forte, as suas maõs já quase me sufocam
Eu queria poder abrir os olhos para acalma-lo,
Mas os pensamentos já não querem obedecer
Permaneço imóvel.
E enquanto ele tenta me mover para mais perto
do seu peito,
Minhas artérias parecem atrofiar-se
Ele me envolve de tal forma, que consegue me sufocar,
Mas naquele momento preferia morrer nos seus braços
sufocada pelo seu corpo,
Do que viver uma eternindade sem a razão
da minha existência.
AS suas lágrimas são a única coisa que sinto viva
em meu corpo,
Queria poder abrir os olhos, e ver pela última vez
seu rosto angelical,
sentir tua boca camuflada na minha
E dizer o que nem a minha imortalidade
seria capaz de explicar.
Mesmo assim, sei que aquele é o último minuto,
E depois não serei masi eu.
A sua voz fica cada vez mais distante, e fria.
Sinto que cada segundo se transforma em horas,
A agonia da dor faz com que meu corpo frio
entre em colapso com a temperatura elevada do seu corpo.
E num movimento violento, sinto uma convução
saindo dentro de mim.
Seus olhos me olham com dor e piedade,
Um flash surge sem que eu possa controlar,
Os dias, as conversas, os momentos,
E a sua voz suave ao meu ouvido parecia
acompanhar o que a minha mente em silêncio reproduzia.
Vagarosamente consigo abrir os olhos,
Os seus olhos brilham e vem de encontro com o meu.
A sua boca procura aquecer meus lábios gelados
Talvez tentando dar vida a eles.
Agra entendo o que passei a vida inteira pra compreender
Consigo fechar os olhos e partir tranquila.
Sei que ele estará comigo....
...Sei que ainda Te amo!
As tuas mãos tentam aquecer mu corpo do frio,
Mas ele parece relutar contra o calor
Ainda sinto o sangue gelado das minhas veias circularem
Apesar da dor constante de cada pensamento
Consigo permanecer consciente.
Seu coração bate forte, as suas maõs já quase me sufocam
Eu queria poder abrir os olhos para acalma-lo,
Mas os pensamentos já não querem obedecer
Permaneço imóvel.
E enquanto ele tenta me mover para mais perto
do seu peito,
Minhas artérias parecem atrofiar-se
Ele me envolve de tal forma, que consegue me sufocar,
Mas naquele momento preferia morrer nos seus braços
sufocada pelo seu corpo,
Do que viver uma eternindade sem a razão
da minha existência.
AS suas lágrimas são a única coisa que sinto viva
em meu corpo,
Queria poder abrir os olhos, e ver pela última vez
seu rosto angelical,
sentir tua boca camuflada na minha
E dizer o que nem a minha imortalidade
seria capaz de explicar.
Mesmo assim, sei que aquele é o último minuto,
E depois não serei masi eu.
A sua voz fica cada vez mais distante, e fria.
Sinto que cada segundo se transforma em horas,
A agonia da dor faz com que meu corpo frio
entre em colapso com a temperatura elevada do seu corpo.
E num movimento violento, sinto uma convução
saindo dentro de mim.
Seus olhos me olham com dor e piedade,
Um flash surge sem que eu possa controlar,
Os dias, as conversas, os momentos,
E a sua voz suave ao meu ouvido parecia
acompanhar o que a minha mente em silêncio reproduzia.
Vagarosamente consigo abrir os olhos,
Os seus olhos brilham e vem de encontro com o meu.
A sua boca procura aquecer meus lábios gelados
Talvez tentando dar vida a eles.
Agra entendo o que passei a vida inteira pra compreender
Consigo fechar os olhos e partir tranquila.
Sei que ele estará comigo....
...Sei que ainda Te amo!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Capitulo II
O Sonho
A noite em casa, Anna e Jhon foram dormir mais cedo, então aproveitei e sentei ao lado do lago que rodeava o jardim da casa. Era tão perfeito poder apreciar a noite,e sentir-se livre sem os paparicos de Anna. O brilho da lua no meu rosto, deixava-me calma, e lentamente ia fechando os olhos sem ao menos importar-me com o frio que tomava conta do meu corpo. O som da noite, era a parte que mais encantava-me, podia sentir as flores, o alívio de liberdade, que Jhon e Anna faziam questão de erradicar; a magnitude, as estrelas no céu, que cintilavam uma luz estupenda.
Aos poucos o sono foi tomando conta de mim, uma vontade de trincar os olhos e relaxar foi possuindo meu corpo. Por uns instantes tentei resistir, mas ainda estava fraca demais psicologicamente para tentar relutar contra qualquer esforço da minha própria natureza.
Num silêncio profundo, fui mergulhando aos poucos em um profundo abismo, tudo começou a girar violentamente, meu corpo foi ficando leve, e uma força estranha foi sugando toda a minha energia. Os flashs vieram com uma frequência nunca vista antes, eu estava acordada, agora em pé, corria muito rápido, os pés descalços, sangravam conforme iam se encontrando co os galhos quebrados pelo chão. A copa da árvore, pareciam se fechar, ouvia gritos, pareciam se fechar, ouvia gritos, uma coisa familiar, alguém pedia socorro desesperadamente, mas cada vez que eu corria a voz ia sumindo e aos poucos meu coração disparava, já não sentia mais as pernas, no entanto sabia que tinha que continuar correndo, era agozinante, eu tinha que encontrá-la, mas quem? Aonde?
Eu já não sabia se aquilo era sonho, pesadelo, ou...realidade?
O chão foi ficando cada vez mais próximo dos meus pés, o corpo foi ficando pesado, eu já podia sentir o frio da madrugada penetrar na minha roupa, o vento me debruçava cautelosamente, de repente o susto fez com que eu saltasse do chão e percebesse que o peso que caia sobre meu corpo, era uma forte tempestade que caía naquele momento. Corri o mais rápido que pude, tentando me livrar dos resíduos de grama presos na minha roupa. A casa estava totalmente vazia e escura, entrei com tanta violência que não percebi que havia algo ao lado da porta. Insisti em andar rápido, sem prestar atenção no que havia acontecido, então revirei o corpo em direção a porta, mas não havia nada. O medo tomou conta do meu consciente, um medo curioso. Calmamente fui descendo as escadas sem sequer piscar. Minha respiração era cada vez mais ofegante, senti uma vibração estranha naquele lugar, inicialmente fui ficando ainda mais nervosa, que quase já não conseguia sentir o meu próprio peso. Era a mesma sensação estranha do sonho estranho que tive à alguns minutos, ou aquela que tinha toda vez que olhava o quadro no meu quarto. Não foi difícil associar todas aquelas energias e compactuá-las numa única explicação, a qual eu não sabia.
Fui andando cada vez mais devagar, as paredes pareciam embaralhar-se, eu já não sabia identificar se estava sonhando ou não. A mesma voz do sonho, parecia envolver-me, um riso intenso...estranho. Ouvi um barulho estranho no ateliê de Anna, curvei-ne disfarçadamente num encontro brusco com a porta de vidro cintilante que dividia a sala de música com o ateliê. Não precisei de muito esforço para abri-la, estava encostada, como se alguém estivesse lá à minha espera. Entrei suavemente na ponta dos pés. Num raio de segundo, um vento soprou fortemente em meu rosto, me segando por alguns milésimos de segundos, senti então uma paz transecendetal, suave, porém a minha resistencia foi maior.
(...) Continua
A noite em casa, Anna e Jhon foram dormir mais cedo, então aproveitei e sentei ao lado do lago que rodeava o jardim da casa. Era tão perfeito poder apreciar a noite,e sentir-se livre sem os paparicos de Anna. O brilho da lua no meu rosto, deixava-me calma, e lentamente ia fechando os olhos sem ao menos importar-me com o frio que tomava conta do meu corpo. O som da noite, era a parte que mais encantava-me, podia sentir as flores, o alívio de liberdade, que Jhon e Anna faziam questão de erradicar; a magnitude, as estrelas no céu, que cintilavam uma luz estupenda.
Aos poucos o sono foi tomando conta de mim, uma vontade de trincar os olhos e relaxar foi possuindo meu corpo. Por uns instantes tentei resistir, mas ainda estava fraca demais psicologicamente para tentar relutar contra qualquer esforço da minha própria natureza.
Num silêncio profundo, fui mergulhando aos poucos em um profundo abismo, tudo começou a girar violentamente, meu corpo foi ficando leve, e uma força estranha foi sugando toda a minha energia. Os flashs vieram com uma frequência nunca vista antes, eu estava acordada, agora em pé, corria muito rápido, os pés descalços, sangravam conforme iam se encontrando co os galhos quebrados pelo chão. A copa da árvore, pareciam se fechar, ouvia gritos, pareciam se fechar, ouvia gritos, uma coisa familiar, alguém pedia socorro desesperadamente, mas cada vez que eu corria a voz ia sumindo e aos poucos meu coração disparava, já não sentia mais as pernas, no entanto sabia que tinha que continuar correndo, era agozinante, eu tinha que encontrá-la, mas quem? Aonde?
Eu já não sabia se aquilo era sonho, pesadelo, ou...realidade?
O chão foi ficando cada vez mais próximo dos meus pés, o corpo foi ficando pesado, eu já podia sentir o frio da madrugada penetrar na minha roupa, o vento me debruçava cautelosamente, de repente o susto fez com que eu saltasse do chão e percebesse que o peso que caia sobre meu corpo, era uma forte tempestade que caía naquele momento. Corri o mais rápido que pude, tentando me livrar dos resíduos de grama presos na minha roupa. A casa estava totalmente vazia e escura, entrei com tanta violência que não percebi que havia algo ao lado da porta. Insisti em andar rápido, sem prestar atenção no que havia acontecido, então revirei o corpo em direção a porta, mas não havia nada. O medo tomou conta do meu consciente, um medo curioso. Calmamente fui descendo as escadas sem sequer piscar. Minha respiração era cada vez mais ofegante, senti uma vibração estranha naquele lugar, inicialmente fui ficando ainda mais nervosa, que quase já não conseguia sentir o meu próprio peso. Era a mesma sensação estranha do sonho estranho que tive à alguns minutos, ou aquela que tinha toda vez que olhava o quadro no meu quarto. Não foi difícil associar todas aquelas energias e compactuá-las numa única explicação, a qual eu não sabia.
Fui andando cada vez mais devagar, as paredes pareciam embaralhar-se, eu já não sabia identificar se estava sonhando ou não. A mesma voz do sonho, parecia envolver-me, um riso intenso...estranho. Ouvi um barulho estranho no ateliê de Anna, curvei-ne disfarçadamente num encontro brusco com a porta de vidro cintilante que dividia a sala de música com o ateliê. Não precisei de muito esforço para abri-la, estava encostada, como se alguém estivesse lá à minha espera. Entrei suavemente na ponta dos pés. Num raio de segundo, um vento soprou fortemente em meu rosto, me segando por alguns milésimos de segundos, senti então uma paz transecendetal, suave, porém a minha resistencia foi maior.
(...) Continua
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Hemisférios: dois mundos

O inverno traz consigo o frio, um chocolate quente pra servir,
Recolhi do chão as folhas secas do outono, porque não há como passar,
Te preparei pra outra estação, para que pudêssemos ir até marte
Mas daqui a um mês quando o frio não voltar
tudo vai ficar bem, a lua encontrará com o mar.
O palhaço já não quer fazer a criança sorrir
A formiga pediu licença, mas não quer entrar
A lua brigou com o mar, porque ele não quiz ir até lá
Será que o verão ainda chegará?
Refrão
Mas se você quizer eu posso ir até a Anatartica te buscar uma flor
E se eu não encontrar, te preparei um presente maior que um botão.
E se a primavera não chegar, vou pedir pra lua te guiar,
Numa flor bonita, uma lembrança pra te dar.
II
A lagarta me disse, que no casulo ela não quer mais entrar
Porque se a chuva se nega a cair, não entendo porque o sol tem que brilhar?
Eu quero ser real, porque com você eu quero estar.
Os continentes se recusam a compartilhar suas estações
Se alinha do equador existe, porque os hemisférios tem que se juntar?
Um dia o homem branco em terra de preto vai pisar
E daqui a um mês, talvez eu vá te encontrar.
Refrão
Mas se você quizer, eu vou até o japão te encontrar
Um barquinho de papel, com uma aquarela eu vou criar
Te darei um botão de rosa se comigo você ficar,
Mas daqui a um ês quando eu não mais acordar
Será que ainda vai existir um outro alguém para ti cantar?
L.Oliveira
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Continuação (....)
A quietude daquele lugar me deixará transtornada durante quase toda semana.As aulas ainda estavam por vim, mas saberia que não seria muito fácil ter que readaptar-me à um processo empiricamente chamado convivência social. Ainda estava me recuperando daquele acidente infernal, o qual deixará a minha vida por um fio. Categoricamente não fazia parte de um video extenso da minha, mas concerteza daria boas manchetes ridiculas. Tudo havia acontecido rapidamente; um mar abaixo de um penhasco, uma floresta no lost, sendo menos especifica. Até hoje, é dificil entender a causa e efeito do houvera acontecido naquele lugar. Recordo-me apenas de um momento de pura excitação, estava totalmente em êxtase, era uma sensação que ainda causava-me aflição e uma imensa vontade de dilacerar a pele. Os flashs iam e vinham, e cada vez que voltavam, minha cabeça entrava em colapso e não conseguia pensar em nada, a não ser na morte dolorosa que parecia querer me dominar,o choque das águas do golfo ainda perfuravam minha pele, as adagas eram fortes e afiadas, sentia como se meu coração ainda estivesse sido esmagado pela força inacreditável do meu encontro com o mar. Não sei como consegui tal proeza de me submeter a essa loucura,apenas sabia que tinha sido encontrada por alguém denominado meu pai. fora essa parte lamentável da minha vida, minhas lembranças foram totalmente apagadas do que posso chamar de consciente, ou talvez ela ainda permanecam vivas dentro do meu inconsciente, mas é impossível alegar essa hipótese.
Enquanto Jhonatans Richestr Ronie, meu pai e Anna m. ronie (não lembro a parte que chamei -a de mãe, ou eles de família)tentavam sem sucesso desempilhar todas aquelas velharias (seus móveis de estimação) da caminhonete preta que Jhon havia comprado a um mês atrás para Anna, como presente de aniversário de casamento, eu desastrosamente fazia wafles para o almoço mais nutritivo da semana. Embora aquele lugar me causasse uma nostálgia com um desconforto inconsolável, suas estrutuas típicas de um século passado, eram hipnotizantes. As paredes de uma madeira tão resistente que apesar dos anos ou quem sabe séculos ( eu amava essa idéia) de encalhamento, permaneciam intactas e com um brilho incrivelmente magnifíco. As colunas de mármore, com imagens angelicais, lembrava os palacetes gregos e romanos, na época em que Calígula (Calígula Cesar)assumiu o trono da roma, a beleza dos móveis, o luxo do assoalho, tudo refletia muito riqueza ( o que não cabia aos Ronies). Era tudo muito grande, as quartos pareciam suítes egípcias, eram espaçosos e frio ao mesmo tempo. As camas eram todas do mesmo padrão, uns dois metros por de comprimento, pareciam ter sido fabricadas à décadas anteriores, a não ser pelos lençõis floridos que Anna fez questão de moldar. Os quadros, refletiam uma pureza incrivel,tudo tão espetacular; haviam pinturas tão perfeitas que pareciam ter sido desenhadas por verdadeiros seres angelicais.
Enquanto Jhonatans Richestr Ronie, meu pai e Anna m. ronie (não lembro a parte que chamei -a de mãe, ou eles de família)tentavam sem sucesso desempilhar todas aquelas velharias (seus móveis de estimação) da caminhonete preta que Jhon havia comprado a um mês atrás para Anna, como presente de aniversário de casamento, eu desastrosamente fazia wafles para o almoço mais nutritivo da semana. Embora aquele lugar me causasse uma nostálgia com um desconforto inconsolável, suas estrutuas típicas de um século passado, eram hipnotizantes. As paredes de uma madeira tão resistente que apesar dos anos ou quem sabe séculos ( eu amava essa idéia) de encalhamento, permaneciam intactas e com um brilho incrivelmente magnifíco. As colunas de mármore, com imagens angelicais, lembrava os palacetes gregos e romanos, na época em que Calígula (Calígula Cesar)assumiu o trono da roma, a beleza dos móveis, o luxo do assoalho, tudo refletia muito riqueza ( o que não cabia aos Ronies). Era tudo muito grande, as quartos pareciam suítes egípcias, eram espaçosos e frio ao mesmo tempo. As camas eram todas do mesmo padrão, uns dois metros por de comprimento, pareciam ter sido fabricadas à décadas anteriores, a não ser pelos lençõis floridos que Anna fez questão de moldar. Os quadros, refletiam uma pureza incrivel,tudo tão espetacular; haviam pinturas tão perfeitas que pareciam ter sido desenhadas por verdadeiros seres angelicais.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A Terra da Felicidade
Capítulo I
O Quadro
...Eram três da madrugada, o vento ainda soprava forte, por aquela janela velha. Tudo continuava escuro e estável, o frio cortante penetrava na minha pele e atravessava minh’alma de uma maneira que me fazia sentir uma dor profunda e gritante. O silêncio profundo persistia naquele lugar, e por mais que eu quisesse gritar uma força maior me segurava e sufocava minha voz. Nada era diferente das noites anteriores, a não ser aquele quadro moldurado com um material tão velho quanto madeira, havia uma pintura acima que não conseguia descrever a cor, mas cada detalhe era como se fosse feito por mãos delicadas, mas ao mesmo tempo grosseiras. O vidro que o cobria refletia uma imagem borrada, que insistia em fixar-se em mim. Um rosto coberto pela sujeira que devia ter o estar ali por muito tempo, e que já não era possível descrever. Porém havia algo nele que me prendia, dois olhos graúdos de uma beleza impecável e sensível, ao certo não sabia se eram femininos ou não, mas eram como heroína para minha mente, e todas as vezes que tentava me aprofundar no seu abismo negro, aquela adaga que não sabia de onde vinha penetrava no meu cérebro e o esmagava com tanta prazer, que sentia uma necessidade imensa de morrer. Enquanto insistia para o sono dominar-me, o vento soprava agora com tal violência que consegui derrubar todas as estatuetas antigas que achará junto ao baú, onde havia o quadro. “Droga” – Era inacreditável que nem naquela noite, nem naquela velha casa eu conseguiria ao menos entrar no meu mundo inconsciente e partir pelo menos algumas horas. Levantei com fúria, e recolhi aquelas velharias do meu chão. “Droga novamente”- Não era possível que somente aquelas peças poderiam liberar tantos cactos no meu assoalho antigo e desagradável. Ainda sim ele ainda olhava pra mim, ou ela. Era impossível desviar - me e não notá-lo na parede branca na minha frente, era como se cada vez que eu fugisse de sua imagem, ele se aproximasse com frieza e insistência.
Um dia frio, um momento pra pensar, era tudo o que eu queria naquela manhã infernal; mas nada era possível quando se tinha uma imensidão de coisas pra arrumar. Havia apenas um dia e uma noite que estava ali, mas era como uma eternidade inteira, impossível de explicar aquela sensação de apreço, mas existirá algo ali que me fazia pertencer aquele lugar, cada canto, cada móvel velho empoeirado. Todos os sinais de uma vida passada se encontrava ali, entretanto era difícil decifrar cada sensação, cada pedaçinho em que encontrava-me. Depois de uma tarde inteira de dedicação imparcial aquela nojeira, me dispus ao meu quarto. Não queria momento algum pensar em nada, será que é possível?
O Quadro
...Eram três da madrugada, o vento ainda soprava forte, por aquela janela velha. Tudo continuava escuro e estável, o frio cortante penetrava na minha pele e atravessava minh’alma de uma maneira que me fazia sentir uma dor profunda e gritante. O silêncio profundo persistia naquele lugar, e por mais que eu quisesse gritar uma força maior me segurava e sufocava minha voz. Nada era diferente das noites anteriores, a não ser aquele quadro moldurado com um material tão velho quanto madeira, havia uma pintura acima que não conseguia descrever a cor, mas cada detalhe era como se fosse feito por mãos delicadas, mas ao mesmo tempo grosseiras. O vidro que o cobria refletia uma imagem borrada, que insistia em fixar-se em mim. Um rosto coberto pela sujeira que devia ter o estar ali por muito tempo, e que já não era possível descrever. Porém havia algo nele que me prendia, dois olhos graúdos de uma beleza impecável e sensível, ao certo não sabia se eram femininos ou não, mas eram como heroína para minha mente, e todas as vezes que tentava me aprofundar no seu abismo negro, aquela adaga que não sabia de onde vinha penetrava no meu cérebro e o esmagava com tanta prazer, que sentia uma necessidade imensa de morrer. Enquanto insistia para o sono dominar-me, o vento soprava agora com tal violência que consegui derrubar todas as estatuetas antigas que achará junto ao baú, onde havia o quadro. “Droga” – Era inacreditável que nem naquela noite, nem naquela velha casa eu conseguiria ao menos entrar no meu mundo inconsciente e partir pelo menos algumas horas. Levantei com fúria, e recolhi aquelas velharias do meu chão. “Droga novamente”- Não era possível que somente aquelas peças poderiam liberar tantos cactos no meu assoalho antigo e desagradável. Ainda sim ele ainda olhava pra mim, ou ela. Era impossível desviar - me e não notá-lo na parede branca na minha frente, era como se cada vez que eu fugisse de sua imagem, ele se aproximasse com frieza e insistência.
Um dia frio, um momento pra pensar, era tudo o que eu queria naquela manhã infernal; mas nada era possível quando se tinha uma imensidão de coisas pra arrumar. Havia apenas um dia e uma noite que estava ali, mas era como uma eternidade inteira, impossível de explicar aquela sensação de apreço, mas existirá algo ali que me fazia pertencer aquele lugar, cada canto, cada móvel velho empoeirado. Todos os sinais de uma vida passada se encontrava ali, entretanto era difícil decifrar cada sensação, cada pedaçinho em que encontrava-me. Depois de uma tarde inteira de dedicação imparcial aquela nojeira, me dispus ao meu quarto. Não queria momento algum pensar em nada, será que é possível?
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2010 pág 3,
Por L. Oliveira,
Terra da Felicidade
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Besteiras que não devem ser lida! Smack!
Chegando final de semana oh tédio (logo em Fátima), bom saber que tem uma galera massinha, não precisar andar de ônibus e newm a pé, (o porra) e ter tudo do jeitinho que gosto! E como gosto! Afinal não é todo dia que se pode sentar em cima de duas baitas coxas macias, que deslizam abaixo das minhas nádegas, o fd.. é que tem como encosto uma barriga ou melhor um saco de farinha kkk (valew Hor Te amo!)...
O chato de ter blogg é ter que ficar todos os dias postando textos e textos e para ser sincera hoje não estou afim, e quando não estou afim não sai nada que presta.Por conta disso vou me desconectar dele, sair do colinho macio da Hor e ir lá na cozinha da casa do meu amorzinho (Bolinho), onde Thiago está me esperando para terminarmos a 10°, 17°, 20° ou sei la cerveja que começou a rodar faz tempos (Várias e várias vezes)
Atenção Vanessão hoje os 20 reias é por nossa conta!
Chegando final de semana oh tédio (logo em Fátima), bom saber que tem uma galera massinha, não precisar andar de ônibus e newm a pé, (o porra) e ter tudo do jeitinho que gosto! E como gosto! Afinal não é todo dia que se pode sentar em cima de duas baitas coxas macias, que deslizam abaixo das minhas nádegas, o fd.. é que tem como encosto uma barriga ou melhor um saco de farinha kkk (valew Hor Te amo!)...
O chato de ter blogg é ter que ficar todos os dias postando textos e textos e para ser sincera hoje não estou afim, e quando não estou afim não sai nada que presta.Por conta disso vou me desconectar dele, sair do colinho macio da Hor e ir lá na cozinha da casa do meu amorzinho (Bolinho), onde Thiago está me esperando para terminarmos a 10°, 17°, 20° ou sei la cerveja que começou a rodar faz tempos (Várias e várias vezes)
Atenção Vanessão hoje os 20 reias é por nossa conta!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Paraíso Abatido! ( mais uma das minhas colunas cotidianas-bobas)

Poderia sentar aqui de frente a essa tela e postar um monte de porcaria, nada vê comigo ou talvez que fosse minha cara (besta) e é exatamente isso que vou fazer. Ficar passando o dia inteiro escolhendo um título para o próximo assunto, fazendo resenhas e mais resenhas e generalisando tudo? Não comigo!Pra começar meu dia não foi lá essas coisas, tudo bem que eu vivo num lugar muito propício pra isso, mas abstraia né, prefiro dizer que foi tudo de bom!...Foda é chegar naquela Universidade de merda (mas que eu não vivo longe né)e ficar horas esperando uma única aula que não me serve para nada. Afinal, qual a graça de ter que estudar filosofia? Tudo bem que enriquece-lhe intelectualmente, mas vamos combinar né, preferia que enriquecesse meus bolsos, se é que você me entende!Pra começar estudar Walter Benjamim, agora me diga pra quê? Só pra tirar uma boa nota? Ele não vai me dar dinheiro, nem me ajudar a arrumar um gatinho (não que isso seja necessário porque gatinho me lembra leite, leite me lembra boi e boi marido da vaca me lembra CHIFRES!). O melhor de tudo é que eu adoro ver aquele bando de gente em frente à minha didática(não que eu houvesse comprado) que entra e sai com estilos tão diversificados, tão ecléticos, tão...malucos!
Chegar em casa - Oh chatice, Oh saudades da minha mãe! - era tão bom chegar em casa e ter roupa limpa, comida no prato,netizinha, um irmão barulhento, um coelho faminto, e pais maravilhosos (só faltou água na banheira, mas só se fosse na banheira do coelho mesmo).O pior ainda vem; Ter que cozinhar para aqueles búfalos famintos do ABATEDOURO (república de Heliopolis), que comem como hipopôtomos avarentos. Depois de tudo isso, a paz...a paz...que não chega nem na hora de dormir, aff, ter que estudar, estudar, quer coisa melhor?...
(Memórias póstumas de um momento de crise)
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Perfil criado em site de vampiros leva adolescente de 15 anos à morte
Pai e filho são suspeitos de assassinato e enfrentam julgamento.
Eles teriam inventado um perfil falso para enganar a jovem.
Pai e filho acusados de matar uma adolescente na Austrália, em 2007, compareceram nesta segunda-feira (19) à Suprema Corte da Austrália, para o julgamento que deve durar dois meses – eles negam ser culpados. Os suspeitos de 18 e 50 anos, que não tiveram seus nomes divulgados, conheceram Carly Ryan, na época com 15 anos, em um site de vampiros onde ela se exibia com um perfil “emo”.
G1-São Paulo
Que sociedade hípocrita é essa em que vivemos onde o próprio pai (supostamente), trama a morte da própria filha? Claro que isso não é novidade para ninguém, já que hoje em dia as pessoas estão sendo coagidas pelas emoções mais egocêntricas possíveis. O que é inaceitável e indiscútivel é que tanta barbarida seja vista numa sociedade tão desenvolvida como a nossa, onde a polícia se diz preparada, as sanções impostas se dizem corrigíveis e vistas com "normas seguidas". Visto tantas injustiças no mundo, vendo tantas pessoas 'inocentes' sendo assassinadas cruelmente, você é a favor da pena de morte? Claro qaue isso não vem muito ao título do que foi postado, mas ja dá uma boa emenda não? Se tivessemos uma opinião de um ente religiosa já saberiamos o que ele responderia: " Apenas quem deu a vida é capaz de tirar. Nenhum homem dá terra pode tirar a chance de viver de outra pessoa"! Mas se fossemos ver ao ponto de vista de certos intelectuais? Talvez a pena de morte não seria a solução, mas serviria de exemplo para outros na sociedade não cometerem os mesmos atos.
Eu ainda acredito que esse não é a última saida para os problemas sociais,mas deixamos isso para o Estado, já que com o comodismo e conformismo,as pessoas ainda preferem se manterem neutra diante dessa situação!
Eles teriam inventado um perfil falso para enganar a jovem.
Pai e filho acusados de matar uma adolescente na Austrália, em 2007, compareceram nesta segunda-feira (19) à Suprema Corte da Austrália, para o julgamento que deve durar dois meses – eles negam ser culpados. Os suspeitos de 18 e 50 anos, que não tiveram seus nomes divulgados, conheceram Carly Ryan, na época com 15 anos, em um site de vampiros onde ela se exibia com um perfil “emo”.
G1-São Paulo
Que sociedade hípocrita é essa em que vivemos onde o próprio pai (supostamente), trama a morte da própria filha? Claro que isso não é novidade para ninguém, já que hoje em dia as pessoas estão sendo coagidas pelas emoções mais egocêntricas possíveis. O que é inaceitável e indiscútivel é que tanta barbarida seja vista numa sociedade tão desenvolvida como a nossa, onde a polícia se diz preparada, as sanções impostas se dizem corrigíveis e vistas com "normas seguidas". Visto tantas injustiças no mundo, vendo tantas pessoas 'inocentes' sendo assassinadas cruelmente, você é a favor da pena de morte? Claro qaue isso não vem muito ao título do que foi postado, mas ja dá uma boa emenda não? Se tivessemos uma opinião de um ente religiosa já saberiamos o que ele responderia: " Apenas quem deu a vida é capaz de tirar. Nenhum homem dá terra pode tirar a chance de viver de outra pessoa"! Mas se fossemos ver ao ponto de vista de certos intelectuais? Talvez a pena de morte não seria a solução, mas serviria de exemplo para outros na sociedade não cometerem os mesmos atos.
Eu ainda acredito que esse não é a última saida para os problemas sociais,mas deixamos isso para o Estado, já que com o comodismo e conformismo,as pessoas ainda preferem se manterem neutra diante dessa situação!
domingo, 18 de outubro de 2009
Neurα
Tαlvez existαm pessoαs que digαm que nαo existem αlmαs gemeαs ou que se existem nαo estαo proximαs, αcreditαm no impossível...Tαlvez αs pessoαs insistem em confundir αmor com pαixαo. Mαs ele vαi αlem...! α cαdα lugαr do mundo, α cαdα cαnto hα pessoαs que nos completαm! Quαndo encontrαrmos essαs pessoαs, certαmente elαs sumirαo dαs nossαs vidαs e por mαis que conhecemos gente interessαntes ou legαis, elαs nuncα substituirαo o lugαr jα preenchido por αqueles que um diα forαm únicos e especiαis.A αmizαde nαo se resume em pαlαvrαs ou gestos, elα vαi αlem de tudo isso,αos momentos.A vidα é feitα de momentos mαgicos, os quαis sαo levαdos eternαmente dentro de cαdα um. Cαdα abraço, cada sorriso, cada gesto, um fim de semana, uma tarde qualquer ou uma noite escura e fria - Um dia de angústia, um momento de tristeza ou uma vida de aventura; não importa o quanto você se esforçe pra ter tudo isso, as coisas fluiem e naturalmente crescem dentro de nós, que quando percebemos, já não estamos no comαndo! A vidα é feitα de pessoas, momentos e sentimentos. Vivα cαdα um com o sabor de viver!!
(Momento sem inspiração) Bláh
Galerinha blog novo no pedaço!
Propostas serão bem- vindas
Proposito? Colunas Cotidianas!
Xeriin até =)
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